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Vingadores - todos querem dominar o mundo
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Ebook389 pages10 hours

Vingadores - todos querem dominar o mundo

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Quantos vilões são necessários para dominar o mundo?A Hidra desenvolve um patógeno sintético para o qual apenas ela tem a cura. Enquanto isso, a I.M.A. (Ideias Mecânicas Avançadas) está prestes a contaminar o suprimento mundial de água com um letal composto nanotecnológico.Ultron dispõe da mais avançada tecnologia da Terra nas pontas de seus dedos metálicos. O demônio Dormammu tem um plano ímpar para o planeta: reivindicá-lo para si próprio. Alto Evolucionário está reescrevendo o genoma humano, numa tentativa de transformar ahumanidade numa raça eugênica de escravos.TODOS QUEREM DOMINAR O MUNDO. Mas somente os Vingadores poderão salvá-lo. Serão eles capazes de resistir quando não apenas um, mas muitos desses vilões atacarem ao mesmo tempo? Essa crise está longe de ser mera coincidência. Há alguém por trás desses ataques simultâneos. Uma grande sombra paira sobre os heróis mais poderosos da Terra, e, mais uma vez, a raça humana se encontra à beira da aniquilação.
LanguagePortuguês
Release dateMay 5, 2015
ISBN9788542805697
Vingadores - todos querem dominar o mundo

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    Vingadores - todos querem dominar o mundo - Dan Abnett

    A Terra deve ser domada. Para o bem galáctico. Os seus elementos criminosos e insurgentes têm há muito buscado a dominação mundial, cada qual a seu modo. A eles foi oferecida a oportunidade de concluírem seus projetos. Cada um tem os meios. Os meios e o desejo de controlar o mundo. De impor uma nova ordem. De conter a natureza rebelde da humanidade.

    UM PAR DE LIMUSINES NEGRAS cruzou o rio em direção ao leste. O céu estava claro e sem nuvens, e o trânsito do cair da tarde apenas começava a se formar.

    Os grandes carros permaneceram juntos. Seguiam com o fluxo do tráfego, não permitindo que outros veículos se colocassem entre eles. Em Sarsplatz, viraram para o norte, entrando num setor de indústria leve. Os prédios eram quadrangulares e modernistas, construídos na década de 1960 ou depois. Grafites artísticos decoravam muros e portões, mas os carros sofisticados nos pequenos estacionamentos sugeriam um novo investimento: startups de tecnologia, escritórios de engenharia especializada, consultorias de mídia.

    A Auger GmbH ocupava os últimos quatro andares de um prédio quadrangular no final da Montagstrasse. O prédio era cercado de álamos por toda a extensão de sua rua lateral. Havia uma ampla estrutura de concreto que servia de estacionamento nos fundos do edifício. Os andares desse estacionamento possuíam aberturas nas laterais. Lembrava uma pilha de bandejas de isopor.

    As limusines adentraram o estacionamento, subiram as rampas em espiral, e seus pneus cantaram no concreto pré­-moldado cintilante. No oitavo andar, passaram pela rampa de subida e seguiram para além das baias de estacionamento, parando no círculo giratório em frente às portas de vidro do saguão da Auger.

    Três homens saíram de cada um dos carros. Seus ternos eram tão imaculadamente pretos quanto a carroceria das limusines. Suas sombras projetadas revelavam tão pouco quanto os vidros fumê das limusines. Seus movimentos eram fluidos, sua disposição, precisa. Eles cobriram todos os ângulos, vigiando as rampas de subida e descida. Um deles caminhou na direção das portas de vidro e esperou, falando calmamente em um comunicador de pulso.

    Seu nome era Gustav. Ele fez um sinal de livre.

    O diretor saiu do carro que estava na retaguarda e andou até as portas. Era alto, vestia um caro e impecável terno cinza­-escuro. Carregava uma pequena maleta. Em outra época, sua postura teria sido considerada aristocrática.

    As portas de vidro, gravadas com o logo da Auger GmbH, se abriram assim que ele se aproximou. O saguão era elegante e bem­-iluminado. Havia um zumbido suave vindo dos aparelhos que climatizavam o ambiente. A recepcionista levantou os olhos, fitando de seu ba